Adriana Varejão

O trabalho de Adriana Varejão (1964, Rio de Janeiro, Brasil) revisita e tece críticas sobre o passado colonial do Brasil por meio de pinturas e esculturas que reposicionam suas fissuras e cicatrizes no presente. A artista se apropria tanto da iconografia como de elementos da arquitetura que correspondem ao barroco brasileiro e a seus desdobramentos, com atenção especial à azulejaria portuguesa, que aqui se difundiu no período em questão.

Bidimensionality and tridimensionality are blended in works that not only reveal intense research into Brazilian history but also explore pictorial traditions from other territories, such as China, for example—evident in works referencing its landscape paintings and ceramic art.

Desde a década de 1990, sua obra tem alcançado instituições internacionais, sendo exposta em espaços como a Tate Modern em Londres e o MoMA em Nova York, além de participar de diversas Bienais de São Paulo

Varejão possui trabalhos em acervos de importantes instituições como Metropolitan Museum of Art (MET), Nova York; Solomon R. Guggenheim Museum, Nova York; Tate Modern, Londres; Fondation Cartier pour l’art Contemporain, Paris; Inhotim Centro de Arte Contemporânea, Brumadinho; Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Museu de Arte do Rio.

Sua notoriedade se expande das exposições para as premiações. A artista ganhou a Medalha de Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres, do governo francês; o Grande Prêmio da Crítica na categoria Artes Visuais da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e o prêmio Mario Pedrosa (artista de linguagem contemporânea) da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA).

WORKS

Foto da obra de Adriana Varejão

Polvo Color Wheel III, 2013-2014
Tintas Polvo, 2013
oil on canvas and oil paints, wood and acrylic
Ø 39 3/8 in (canvas) | 14 1/8 x 20 1/8 x 3 1/8 in (object)